Common Law – 1×02: ''Ride-Along'' [Review]

20 de mai de 2012



1ª Exibição Original: 18/5/2012

 O segundo episódio de qualquer série nova deve consegue manter o mesmo nível de excelência e provar que não é apenas mais uma que vai nadar e morrer na praia! Assim como foi com Psych, ''Speeling Bee'' é o meu episódio favorito de todos seus 6 anos por que foi este episódio que me convenceu da magnitude e criatividade da série. 

Common Law consegue utilizar da investigação policial aliada ao toque de comédia na medida. Como dito na review do piloto, não é nada novo, mas talvez seja esse café com leite que faz a série ser gostosa, principalmente com “terapia de casais” para parceiros de polícia.

Dessa vez o caso é um suposto suicídio. Jusitne Winfield, uma mulher casada pulou da janela do quarto de um hotel e ao investigar o quarto, eles encontram duzentos mil em dinheiro. Automaticamente Travis diz que tratar-se de um crime passional 99% de certeza, foi o marido. Porém o caso se complica ao descobrirmos que a vitima na verdade não é Justine, só se passava por ela. 

Segue então para uma das cenas com um dos melhores diálogos do episódio. Travis afirma que o marido é o culpado, já Wes diz que todo mundo é inocente até que se prove o contrário, essa é a base. Travis rebate afirmando que o problema de Wes é que ela ainda pensa como um advogado se pensasse como policial diria que todo mundo é culpado até que se prove o contrário.

O caso da investigação foi novamente um toque à parte, mostrando a sintonia entre os dois. Adorei o Cap. Dizendo à Dra. Ryan que sem Wes, Travis acabara morrendo; e sem Travis, Wes irá pensar demais antes de prender alguém. Parceiros que se completam dentro da relação deles. E a investigação só foi resolvida exatamente por conta disso, pois um resolveu de um lado e o outro finalizou do outro, mas claro, ainda assim foi motivo para briga. Afinal, são um casal. 

No reencontro de Wes com a ex-mulher, fica na cara que ele ainda é apaixonado por ela, deixando no ar uma faísca de esperança para os próximos episódios e Travis reencontra uma de suas mães adotivas que trabalha no aeroporto, mostrando que esse homem despojado e mulherengo nada mais é do que um meninão carinhoso e carente. Achei ótimo o episódio explorar os conflitos pessoais. 


Eles seguem em frente, para descobrir quem é o verdadeiro assassino. Sim, Travis estava certo, era um crime passional. Afinal uma mulher traída é capaz de qualquer coisa. A assassina é a verdadeira Justine, seu marido que é contador ia deixá-la e assim ela matou a amante do marido. Só que ela é sequestrada pelos traficantes do qual o dinheiro seu marido roubou, assim a policia precisa resolver esse empecilho antes de poder prendê-la. 

Quando eles chegam ao local da troca, eles já chegam brigando, ou fingindo que estão perdidos tudo porque Wes não usou o GPS. Confesso que ainda não consegui diferenciar, mas achei divertido ver Travis pedindo informação ao bandido. Na verdade as discussões deles são uma das coisas que mais me atraiu na série, gosto da ironia nos diálogos. No fim, como aconteceu no primeiro episódio é o trabalho de equipe dos dois que acaba prendendo a assassina e o traficante. Provando que Wes e Travis são mesmo o yin e o yang um do outro. 

A única coisa que eu não entendi do episódio foi porque o carro de Wes teve perda total? Só por causa daquela batidinha de nada no final do episódio anterior? Acho que eles precisavam de um motivo para inserir todas as piadas e desentendimentos sobre o carro aqui, mas queria que tivessem mostrado um estrago maior no piloto da série então. 

Um ótimo e solido episódio. Até o próximo post:.

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